Ontem estava testando o Debian 8 Live com Cinnamon. Dei um logout para reiniciar o cinnamon (podia ter reiniciado de outra forma) e não sabia voltar mais, pois não tinha o usuário e senha.
O usuário e senha padrão é muito simples:
Usuário: user
Senha: live
E é isso ai, este usuário possui privilégios do sudo.
Até a próxima!
Referência:
http://stackoverflow.com/questions/30842216/debian-8-live-cd-what-is-the-standard-login-and-password
sábado, 7 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
[Linux] Como ver o nome da distribuição e versão
Para saber a distribuição é bem simples um
Ou no caso de desktop algumas características já entregam a distribuição.
Mas falando de comandos no terminal como sei o codenome da minha distribuição?
Podemos usar alguns métodos abaixo:
1) Arquivo "/etc/*-release"
2) Comando lsb_release
Método #1: Arquivo /etc/*-release
Já o "uname -a" nos mostra a versão do kernel, não a versão da distro.
Se quisermos ver a versão do kernel além do
"uname -a" já ajuda.Ou no caso de desktop algumas características já entregam a distribuição.
Mas falando de comandos no terminal como sei o codenome da minha distribuição?
Podemos usar alguns métodos abaixo:
1) Arquivo "/etc/*-release"
2) Comando lsb_release
Método #1: Arquivo /etc/*-release
$ cat /etc/*-release
Method #2: Comando lsb_release
$ lsb_release -a
Ambos os comandos mostrarão o codenome e a versão da distro.
Já o "uname -a" nos mostra a versão do kernel, não a versão da distro.
Se quisermos ver a versão do kernel além do
"uname -a" podemos usar
$ uname -mrs
Ou conheça o /proc/version
$ cat /proc/version
sábado, 10 de outubro de 2015
[Dica] Fazer uma cópia rápida de um arquivo
Essa é pra quem mexe bastante com arquivos de configuração tanto no Linux ou Unix. Geralmente é recomendado fazer um backup do arquivo que você irá alterar. Se você é um desses e não conhece esse "truque" veja a seguir.
Normalmente é simples, digamos que eu tenha um arquivo chamado "foobar".
O shell irá automagicamente expandir isto para "cp foobar foobar.bak".
Até a próxima!
Referência: http://www.tech-recipes.com/rx/951/unix-shortcut-to-create-a-backup-copy-of-a-file/
Normalmente é simples, digamos que eu tenha um arquivo chamado "foobar".
cp foobar foobar.bkp
Nada muito difícil, porém podemos simplificarcp foobar{,.bak}
Este comando simplificado pode ser útil quando você tem um nome de arquivo muito grande e outros arquivos com nomes similares, no qual o tab não irá te ajudar.O shell irá automagicamente expandir isto para "cp foobar foobar.bak".
Até a próxima!
Referência: http://www.tech-recipes.com/rx/951/unix-shortcut-to-create-a-backup-copy-of-a-file/
sábado, 3 de outubro de 2015
Ligar ou desligar sintaxe colorida no vi ou vim (Turn On or Off Color Syntax Highlighting In vi or vim Editor)
Não sei muito bem como traduzir "Color Syntax Highlighting", seria destacar a sintaxe com cor. Mas vamos ao que interessa.
Como ligar ou desligar esse destaque de cor no editor vi ou vim nos sistemas Linux ou Unix.
Vim e vi são editores de texto. Podem ser usados para editar todos os tipos de textos simples, edição de programas e arquivos de configurações UNIX/Linux. O Vim suporta opções adicionais e inclui muitas melhorias em cima do bom e velho editor de texto vi.
O destaque de sintaxe é feature (característica) do vi/vim que exibe o texto, especialmente código fonte, em diferentes cores e fontes de acordo com a categoria de termos.
Ligar o destaque de sintaxe
Abra um arquivo, por exemplo abra um arquivo existente chamado file.c, escreva:
Agora aperte ESC, digite : syntax on
Desligar o destaque de sintaxe
Para desligar, aperte ESC, digite : syntax off
Como eu deixo o destaque de sintaxe permanente?
Você pode editar o arquivo ~/.vimrc e adicionar o comando syntax. Isto garante que o vim irá iniciar com a opção de destaque colorida para sintaxe:
OBS: Quando testei não existia o arquivo ~/.vimrc, não se preocupe, caso não tenha é só criar e pronto.
Edit (03/05/17): Modificar ~/.vimrc só irá mudar para o usuário. Para alterar a configuração do vim no sistema, basta apenas descomentar (ou adicionar, caso não exista) o parâmetro "syntax on" no arquivo "/etc/vim/vimrc". Referência: https://www.vivaolinux.com.br/dica/Deixando-o-VIM-colorido
E é isso ai!
Traduzido e editado de: http://www.cyberciti.biz/faq/turn-on-or-off-color-syntax-highlighting-in-vi-or-vim/
Até a próxima!
Como ligar ou desligar esse destaque de cor no editor vi ou vim nos sistemas Linux ou Unix.
Vim e vi são editores de texto. Podem ser usados para editar todos os tipos de textos simples, edição de programas e arquivos de configurações UNIX/Linux. O Vim suporta opções adicionais e inclui muitas melhorias em cima do bom e velho editor de texto vi.
O destaque de sintaxe é feature (característica) do vi/vim que exibe o texto, especialmente código fonte, em diferentes cores e fontes de acordo com a categoria de termos.
Ligar o destaque de sintaxe
Abra um arquivo, por exemplo abra um arquivo existente chamado file.c, escreva:
$ vi file.c
Agora aperte ESC, digite : syntax on
:syntax on
Desligar o destaque de sintaxe
Para desligar, aperte ESC, digite : syntax off
:syntax off
Como eu deixo o destaque de sintaxe permanente?
Você pode editar o arquivo ~/.vimrc e adicionar o comando syntax. Isto garante que o vim irá iniciar com a opção de destaque colorida para sintaxe:
Adicione:$ cd$ vi .vimrc
syntax on
Salve e feche o arquivo.OBS: Quando testei não existia o arquivo ~/.vimrc, não se preocupe, caso não tenha é só criar e pronto.
Edit (03/05/17): Modificar ~/.vimrc só irá mudar para o usuário. Para alterar a configuração do vim no sistema, basta apenas descomentar (ou adicionar, caso não exista) o parâmetro "syntax on" no arquivo "/etc/vim/vimrc". Referência: https://www.vivaolinux.com.br/dica/Deixando-o-VIM-colorido
E é isso ai!
Traduzido e editado de: http://www.cyberciti.biz/faq/turn-on-or-off-color-syntax-highlighting-in-vi-or-vim/
Até a próxima!
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Ubuntu Server 14.04 sem add-apt-repository
Estava eu fazendo testes em uma VM Ubuntu server 14.04, quando me deparei que não conseguia instalar um ppa. Não utilizo ppa's normalmente, pois não utilizo Ubuntu em casa (apenas no trabalho). Por isso só descobri esses dias que o Ubuntu Server 14.04 não tem o comando add-apt-repository.
Não sei se isso ocorre na versão desktop também ou é só na versão server. Bom vamos lá então, o que fazer se o comando não funciona?
Simples:
Se por algum motivo já tiver instalado, experimente reinstalar:
Não sei se isso ocorre na versão desktop também ou é só na versão server. Bom vamos lá então, o que fazer se o comando não funciona?
Simples:
sudo apt-get install software-properties-common
sudo apt-get install --reinstall software-properties-common
E é isso ai, deve resolver.
Até a próxima!
Até a próxima!
domingo, 20 de setembro de 2015
Java Mission Control com Wildfly
Ao tentar usar o JMX console "Start JMX Console" para monitorar em tempo real, aparece um erro:
java.lang.IllegalStateException: JBAS019905: Should not get called
at org.jboss.as.jsr77.managedobject.J2EEDeployedObjectHandlers$J2EEModuleHandler.queryObjectName
Não irei colocar o full stack trace, pois irá atrapalhar.
Ao procurar no google por "JBAS019905: Should not get called", é encontrado muitos erros relativos ao MBean no JConsole.
Ao tentar: "JBAS019905: Should not get called" JMC, menos resultados são encontrados
Ainda aparece páginas relacionadas ao JConsole, meu problema é com o Java Mission Control.
O problema relacionado ao JConsole já é um bug reportado
https://issues.jboss.org/browse/WFLY-838
Com status resolved, para a versão 9.0.0.Alpha1
O que me leva a pensar que este bug pode ser o mesmo que afeta o JMC pois também está relacionado ao MBean e JMX.
Como não achei nada relacionado ao JMC com este erro resolvi escrever, para ajudar outras pessoas, caso encontrem esse mesmo problema.
Se você utilizar a versão 9 ou superior do Wildfly e ocorrer este mesmo problema, deixe seu comentário.
Até a próxima!
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Jenkins Redmine Plugin (Versão em Português)
Para quem usa Jenkins este é o link do plugin:
https://wiki.jenkins-ci.org/display/JENKINS/Redmine+Plugin
Aqui vai o meu relato:
Descobertas:
Foi instalando o Plugin do Redmine no Sonar Qube, que possui uma melhor documentação sobre o plugin, descobri que a API key é a chave do usuário, pois assim ele não precisará de usuário e senha, o Redmine User Auth não tem haver com isso, provavelmente só serve para autenticação mesmo.
E como pegar a API key do usuário?
1. Log in no Redmine com um admin
2. Vá para Administration > Settings > Authentication
3. Habilite Enable Rest Web Service API
# Para não usar o admin foi criado uma conta para o sonar e jenkins, e adicionado aos projetos apenas como reporter
4. Log como o usuário sonar.
5. Vá para página "My Account" (/my/account) e crie uma nova API key no painel da direita da tela
6. Copie a API key para usar na configuração do plugin
Após isto será possível utilizar o Ticket Metrics
Este Redmine User Auth é uma feature então, porém só é vantajoso se
eles estiverem no mesmo servidor
https://wiki.jenkins-ci.org/display/JENKINS/Redmine+Plugin
Aqui vai o meu relato:
- Um dos problemas é não saber como usá-lo e não há grandes explicações sobre ele (documentação?)
- Ele cria um link para o projeto no jenkins para o redmine porém bem simples.
- Existe o Post-build "Aggregate Redmine tickets metrics", porém não falam nada sobre e nem vi como configurar, pelo menos é bem simples, coloquei a API key do repositório para ver no que dava, sem versão e nem nada.
- Ele colocou um novo link para Ticket Metrics e um gráfico, mas e daí?
(aguardo uma mudança no código para dar build?)
- Após um build: deu problema de permissão (legal e onde coloco login e senha?)
- Encontrei em Manage Jenkins -> Configure Global Security -> Access Control -> Security Realm -> Redmine User Auth
Mas está tão desatualizado que só tem até o Redmine 1.2.0 e 1.1.3
Além disso o que fazer quando o redmine não está no mesmo servidor que
o Jenkins? Pois nesse esquema ele iria utilizar os mesmos usuários do
redmine para autenticação no Jenkins
No fim das contas só estou utilizando o redmine plugin para ter um
link no redmine mesmo
Descobertas:
Foi instalando o Plugin do Redmine no Sonar Qube, que possui uma melhor documentação sobre o plugin, descobri que a API key é a chave do usuário, pois assim ele não precisará de usuário e senha, o Redmine User Auth não tem haver com isso, provavelmente só serve para autenticação mesmo.
E como pegar a API key do usuário?
1. Log in no Redmine com um admin
2. Vá para Administration > Settings > Authentication
3. Habilite Enable Rest Web Service API
# Para não usar o admin foi criado uma conta para o sonar e jenkins, e adicionado aos projetos apenas como reporter
4. Log como o usuário sonar.
5. Vá para página "My Account" (/my/account) e crie uma nova API key no painel da direita da tela
6. Copie a API key para usar na configuração do plugin
Após isto será possível utilizar o Ticket Metrics
Este Redmine User Auth é uma feature então, porém só é vantajoso se
eles estiverem no mesmo servidor
quinta-feira, 30 de julho de 2015
[Docker] Primeiras dúvidas
Recentemente tive a oportunidade de estudar o Docker e tive algumas dúvidas de iniciante.
Estou acostumado com máquinas virtuais em que se roda tudo na mesma máquina. Porém o Docker é um pouco diferente. Com o Docker a boa prática é separar tudo.
O que descobri é que é possível criar um container com mais de um processo. Exemplo Mysql e Wildfly, porém a manutenção fica mais complicada e pode haver um SPOF.
Uma das minhas referências é o Arun Gupta.
Perguntei para ele se era possível criar um container com Mysql e Wildfly
Estou acostumado com máquinas virtuais em que se roda tudo na mesma máquina. Porém o Docker é um pouco diferente. Com o Docker a boa prática é separar tudo.
Virtual Machines
Each virtual machine includes the application, the necessary binaries and libraries and an entire guest operating system - all of which may be tens of GBs in size.
ContainersE separar não é ruim, pois os chamados Containers dividem o mesmo kernel com outros containers, o que reduz o tamanho e também agiliza o processo.
Containers include the application and all of its dependencies, but share the kernel with other containers. They run as an isolated process in userspace on the host operating system. They’re also not tied to any specific infrastructure – Docker containers run on any computer, on any infrastructure and in any cloud.
O que descobri é que é possível criar um container com mais de um processo. Exemplo Mysql e Wildfly, porém a manutenção fica mais complicada e pode haver um SPOF.
Uma das minhas referências é o Arun Gupta.
Perguntei para ele se era possível criar um container com Mysql e Wildfly
“Hello Arun,E sua resposta foi essa:
Great article!
Can you tell me if it’s possible to use mysql in the same container of the wildfly without link containers?
Thanks”
“Guilherme,
Docker containers does one thing, and they do that well. So unless you start MySQL embedded within your application, it would not be possible to run MySQL and WildFly together in the same container.
Either way, using MySQL in the same container as WildFly is not a recommended design pattern as that creates a SPOF for your application.”
O que ele disse: “Containers do Dock fazem uma coisa e fazem bem. Então a menos que o MySQL seja embutido com a aplicação, não será possivel rodar o MySQL e Wildfly juntos no mesmo container.
De qualquer jeito usar MySQL no mesmo container que o WildFly não é um padrão, pois pode criar um SPOF para sua aplicação.”
SPOF significa: single point of failure
https://en.wikipedia.org/wiki/Single_point_of_failure
é uma parte do sistema que se falhar, o sistema inteiro irá parar de funcionar.
Ter containers separados pode parecer ruim pois você irá ter que subir separadamente cada um. Realmente pode parecer, mas existe o Docker compose que é possível subir mais de um container ao mesmo tempo.
Essa era um dúvida inicial, ter containers separados ou um único.
Também é possível ver as boas práticas neste link: https://docs.docker.com/articles/dockerfile_best-practices/
Conclusão:
“Run only one process per container”
Rode apenas um processo por container.
De qualquer jeito usar MySQL no mesmo container que o WildFly não é um padrão, pois pode criar um SPOF para sua aplicação.”
SPOF significa: single point of failure
https://en.wikipedia.org/wiki/Single_point_of_failure
é uma parte do sistema que se falhar, o sistema inteiro irá parar de funcionar.
Ter containers separados pode parecer ruim pois você irá ter que subir separadamente cada um. Realmente pode parecer, mas existe o Docker compose que é possível subir mais de um container ao mesmo tempo.
Essa era um dúvida inicial, ter containers separados ou um único.
Também é possível ver as boas práticas neste link: https://docs.docker.com/articles/dockerfile_best-practices/
Conclusão:
“Run only one process per container”
Rode apenas um processo por container.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Atualizar Ports do FreeBSD / Update Ports of FreeBSD
Apenas 2 passos / Just 2 steps:
# portsnap fetch
Extract all
# portsnap extract
Just extract the new:
# portsnap update
O que é o ports?
# portsnap fetch
Extract all
# portsnap extract
Just extract the new:
# portsnap update
O que é o ports?
A Coleção de Ports do FreeBSD fornece um meio fácil e consistente para a instalação de software neste sistema. Ela utiliza makefiles distribuídos numa hierarquia de diretórios de modo que aplicativos podem ser instalados e removidos com o comando make.http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Ports
OBS: FreeBSD 9.3
Dica rápida para iniciantes / Fast tip to beginners in FreeBSD
See ya
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